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Categoria: Gabriel Fronzi

Em tratamento

Foto: JEC.com.br

Mesmo sem compromissos em jogos oficiais, três jogadores do Joinville se machucaram nos treinamentos e estão entregues aos DM. Alex Ruan, com um pancada no pé esquerdo, não participou dos últimos dois dias de atividades. Henrique Mattos, com entorse, e Igor, com uma lesão na coxa esquerda, também estiveram ausentes.

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Tá chegando a hora

*Com Gustavo Mejia

As partidas da primeira fase do próximo NBB foram definidas pela Liga Nacional de Basquete. A competição terá início no dia 04/11, com a reedição da final da última temporada, envolvendo Bauru e Paulistano.

Joinville jogará somente no dia 15/11, devido a participação no JASC.

Abaixo, os cinco jogos iniciais do Basquete Joinville:

  • 15/11: Basquete Joinville x Franca
  • 17/11: Basquete Joinville x Bauru
  • 02/12: Flamengo x Basquete Joinville
  • 04/12: Minas x Basquete Joinville
  • 06/12: Basquete Joinville x Liga Sorocabana

Veja a tabela completa clicando aqui. Até o momento, Basquete Joinville já confirmou três reforços para a competição: Tiagão (pivô), Lucas Colimério (ala/pivô) e Stocks (ala/armador).

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Pedra no sapato

*Com Gustavo Mejia

O JEC Futsal perdeu por 2 a 1 para o Joaçaba, nesta quinta-feira, dia 21, no Centreventos Cau Hansen, pelo Campeonato Catarinense. No ano, Joaçaba e Joinville se enfrentaram três vezes, contando um empate e duas vitórias para o Joaçaba.

O Joinville volta à entrar em quadra pelo estadual na próxima segunda-feira, dia 25, contra o Blumenau, novamente em casa.

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De molho

*Com Gustavo Mejia

Algumas lesões musculares estão atrapalhando o JEC Futsal neste momento da temporada. Com pouco tempo disponível, o técnico Vander Iacovino vem apresentando dificuldades para repetir os quintetos em partidas consecutivas.

Atualmente, o Joinville possui quatro atletas no Departamento médico:

  • Fernandinho – Convocado pela Seleção Brasileira, foi cortado com uma lesão grau 1 na posterior da coxa esquerda. A previsão de volta de é de uma semana.
  • Lucas Machado – Teve uma entorse no treinamento que antecedia a primeira partida contra o Concórdia, mas deve estar à disposição em três semanas.
  • Jackson Samurai – Se recupera de uma lesão no músculo/tendão da coxa direita. Deve estar em condições para o segundo jogo das oitavas, dia 6.
  • Sinésio – Com luxação no ombro direito, ficará de fora cerca por um mês.
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Valendo!

Foto: Juliano Schmidt/ JEC.com.br

*Com Gustavo Mejia

Na noite desta segunda-feira, dia 18, jogando fora de casa, o JEC Futsal venceu o Concórdia por 4 a 3 na primeira partida das oitavas de final da Liga Nacional de Futsal.

O Tricolor foi superior por toda a primeira etapa, e abriu 3 a 1, com gols de Gabriel(2) e Jé. Pesk descontou para o Concórdia. 

Na volta do intervalo, a equipe mandante fez um gol logo cedo com Gui. O pivô Eka, porém, fez boa jogada e tranquilizou a partida minutos depois. Faltando poucos segundos para o fim, Djony descontou como goleiro linha para o time da casa.

O resultado obriga o Concórdia a vencer o segundo duelo por qualquer resultado, para levar a partida para a prorrogação. O jogo de volta, será no dia 6/10, no Cau Hansen, às 21h30.

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Santo de casa

Foto: Beto Lima/ JEC.com.br

O técnico Rogerio Zimmermann possui 24 atletas à disposição para o início dos trabalhos no Joinville. Dos titulares na Série C, apenas cinco permaneceram para a disputa da Copa Santa Catarina. Do elenco, 62% dos jogadores são formados na base do clube.

  • Goleiros: Matheus, Ferreira e Felipe;
  • Laterais: Buiú, Alex Ruan e Gustavo;
  • Zagueiros: André Baumer, Igor, H. Mattos, Alison e Lázio;
  • Volantes: Júnior Sutil, Kadu e Roberto;
  • Meias: E. Person, Patrick, Breno, Chaveirinho e Mateus Silva;
  • Atacantes: Grampola, Thiago Alagoano, Marlyson, Adriano e Bruno Rodrigues.

Além dos jogadores acima, a comissão técnica também está observando outros sete atletas da equipe Júnior: Lucas Sun (LD), Coltro (Z), Pulga (V) e Madson (ME);  Janderson, Daniel Baiano e Jean (A).

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Encorpando

O armador Deonta Stocks, de 29 anos, é o primeiro norte-americano contratado pelo Basquete Joinville para a disputa do NBB. Com passagem pelo Blumenau durante a Liga Ouro 2017, o jogador foi o destaque da equipe do Vale do Itajaí com média de 14 pontos em 30 minutos por jogo.

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Dias melhores

Foto: Kaue Vezentainer/ JEC.com.br

Pronto para uma reformulação geral, o Joinville deve oficializar a contratação de Rogério Zimmermann nos próximos dias. Porém, independente do treinador, o conceito apresentado por Carlos Kila em entrevista à 89 FM (leia aqui) já diz sobre o que esperar do clube no futuro.

Mergulhado na imensidão de decisões equivocadas de uma gestão temerosa e de apostas ineficientes do departamento de futebol, o JEC, enfim, mostra uma luz à sua torcida. Pela primeira vez na atual diretoria, a montagem do time será realizada observando todos os conceitos necessários.

Primeiro, foi escolhido um modelo de jogo. Após disputar a primeira Série C de sua carreira, Carlos Kila está decidido que a competição precisa ser jogada por atletas mais vigorosos, fortes. A habilidade não será a característica principal. Logo, a chance do Joinville torna-se um time letal em bolas paradas e sofrer poucos sustos defensivos é muito grande.

Foto: Aldo Carneiro

Depois, o papel principal é buscar um treinador que se enquadre neste perfil escolhido. Hemerson Maria, campeão pelo JEC em 2014, é um deles, porém está empregado e faz um bom trabalho no Vila Nova. Mazola Júnior e Paulo Roberto Santos também ganharam destaque. Entretanto, a escolha foi Rogério Zimmermann, conforme falamos aqui.

Após definir o modelo de jogo e escolher o treinador que colocará a proposta em prática, é necessário ir ao mercado e formar um time com as valências necessárias para efetivação da proposta. Os jogadores são como peças de engrenagens que serão cirurgicamente colocadas em ação visando o êxito do modelo exigido.

Dentro do contexto de marcação, é possível enxergar uma rede de conexões/ações individuais que, se bem sincronizadas, refletirão uma resposta coletiva bem estruturada, ou seja, torna-se importante uma preocupação com a estratégia coletiva e com as ações táticas individuais que permitem essa manifestação.

Em síntese, o treinador deve definir e estimular através de treinamentos se sua equipe tomará decisões defensivas baseadas no posicionamento da bola; no fechamento de espaços que poderão ser utilizados pelo adversário de forma perigosa, no intuito de proteger a meta; na preocupação com adversários específicos; ou em uma ação que envolva mais de uma dessas referências.

Com isso, pela primeira vez o Joinville seguirá uma linha cronológica para formação de um time ideal. Algo completamente oposto às temeridades feitas desde janeiro de 2016. Abaixo, o blog disseca as situações salientando os percalços do Tricolor.

  • Paulo César Gusmåo
    Time Base: Jhonatan (Agenor), Edson Ratinho, Rafael Donato, Bruno Aguiar e Diego; Danrlei (Naldo), Anselmo e Diego Felipe; Gustavo Sauer; Felipe Alves e Welinton Júnior.

Um time com pouca inspiração e muito dos conceitos do elenco rebaixado na Série A. Laterais que apoiavam, dois volantes que buscavam o jogo e um falso 9. Poucas triangulações e uma amplitude limitada. Uma equipe que buscava a velocidade, mas que tinha dificuldade para marcar gols.

  • Hemerson Maria
    Time Base: Agenor; Edson Ratinho (Mário Sérgio), Bruno Aguiar, Rafael Donato e Diego; Diones (Naldo), Anselmo e Diego Felipe (Kadu); Pereira; William Paulista (Felipe Alves), Adriano e Juninho (W. Júnior).

Com alguns reforços, o time mudou bruscamente a característica. Utilizou um centrovante (William Paulista ou Felipe Alves) e dois extremas que também ajudavam os laterais. Um jogo apoiado no meio e a bola parada como ponto principal. Bruno Aguiar, o zagueiro, foi o artilheiro no período.

  • Lisca
    Time Base: Jhonatan; Reginaldo, Danrlei, Fabiano Eller e Fernandinho; Naldo, Bertotto (Paulinho Dias); Bruno Ribeiro, Bruno Farias e Giva; Jael.

Em poucos meses, basicamente uma nova equipe foi contratada, empilhando jogadores no elenco. A formação novamente foi alterada, mostrando mais uma vez a fragilidade ideológica do clube. O JEC migrou para o 4-2-3-1 com os extremas buscando amplitude no meio e Bruno Farias abusando dos chutes de média distância. Na defesa, a linha alta buscava compactar o meio, mas deixou o time extremamente vulnerável.

  • Ramon Menezes
    Time Base: Jhonatan; Reginaldo (Everton Silva), Danrlei (Rafael Donato), Ligger e Fernandinho (Diego); Naldo, Tinga e Kadu; Carlos Alberto, Jael e Juninho (Fernando Viana ou Erick Luis)

Os dois volantes anteriores  ajudavam muito e pisavam na área. Este time tinha extremas que auxiliavam a marcação e uma prioridade na posse de bola, ignorando a verticalidade do antigo treinador. As linhas defensivas sempre quebravam.

  • Fabinho Santos
    Time Base: Matheus; Caique, Danrlei, Max e Fernandinho; Renan e Roberto; Fabinho Alves, Lúcio Flávio (Aldair) e Alex Ruan; Marlyson (Batata)

Novamente com extremas, o JEC de Fabinho Santos herdou alguns conceitos de Ramon Menezes. Mesmo sem atletas de qualidade ímpar, a defesa se tornou um dos pontos fortes, com o encaixe na marcação. Porém, a dificuldade de fazer gols novamente foi evidente.

  • Pingo
    Time Base: Matheus; Buiu, Charles, Max e Alex Ruan; Renan Teixeira, Tinga e Lúcio Flávio; Eliomar (Breno); Ricardo Lobo (Bruno Rodrigues) e Grampola.

Com um losango no meio campo, Pingo não abriu mão do seu conceito, mesmo sem as principais peças para utilização. Prorizando a individualidade, trouxe Lúcio Flávio para o anterior esquerdo e aboliu os extremas. Com o ímpeto ofensivo, a obsessão pelo ataque e a marcação sob pressão foram apenas algumas das caraterísticas do time.

Se a escolha pelo modelo agressivo do Joinville dará certo, somente o tempo irá dizer. Entretanto, é preciso reiterar a confiança na escolha feita pelo departamento de futebol. Uma abordagem que passa um conceito relacionado aos princípios operacionais defensivos (bloco, retardamento, equilíbrio, flutuação, cobertura, recuperação e compactação).

Modelo de jogo não é esquema tático e não se altera do dia pra noite ou após uma sequência de resultados negativos. Existe um caminho, uma ordem. O JEC , enfim, possuirá um DNA em campo..

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Buscando a felicidade

Foto: Beto Lima/ JEC.com.br

Revelado pelo Joinville, o atacante Juninho está a caminho do Al-Tai, da Arábia Saudita. O apoiador tinha vínculo com o clube até maio de 2018, mas abriu mão do contrato para acertar com a equipe do Oriente Médio.

Pelo JEC, Juninho disputou 53 jogos e marcou quatr gols.

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Sonho de consumo

Foto Marlon Costa

Em entrevista exclusiva à 89 FM nesta terça-feira, dia 12, pela primeira vez Carlos Kila falou sobre Rogério Zimmermann. Sem confirmar o acerto com o novo treinador, o dirigente evidenciou que as características do profissional estão em sintonia com a nova forma de jogador do Joinville.

Vamos começar do zero, teremos um novo enfoque. Com o orçamento ainda mais apertado, vamos buscar fazer um time com alguns jogadores mais competitivos, de uma força um pouco maior.

Com a reapresentação marcada para a próxima quinta-feira, dia 14, Kila assumiu o contato com o técnico e espera definir o novo comandante ainda nesta semana. Segundo o executivo, Rogério Zimmermann possui o perfil que o JEC está procurando no mercado.

Trabalhei oito anos e meio com o Rogério, conheço bem a forma como ele trabalha. Ele é um vencedor, tem uma ótima gestão de grupo, faz o time jogar com um bom padrão e consegue buscar o resultado sem jogadores de tanta expressão.

A gente tem um contato com ele e podemos tomar a decisão quanto ao novo treinador até o final da tarde de hoje. Temos que aproveitar essa chance. Nem sempre o mercado te dá a oportunidade de fechar com um técnico disponível para o seu modelo de jogo.

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