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Categoria: Caxias

O supergoleiro

O futebol joinvilense está de luto.

Nesta madrugada, o ex-goleiro Vilmar Puccini, campeão estadual de forma invicta pelo Caxias em 1954/55, faleceu aos 89 anos. Puccini foi um dos símbolos de um time que encantou o Estado e, por muitos, ainda é considerado como o melhor time que já houve em Santa Catarina.

Natural de Urussanga, no Sul do Estado, Puccini foi apresentado no Caxias aos 25 anos, local que permaneceria como atleta até os 35. O velório do ídolo está acontecendo na capela mortuária Borba Gato, em Joinville. O enterro acontecerá amanhã, justamente no dia do aniversário de 97 anos do Gualicho.

  • Festa em luto

Organizada nos últimos meses, a festa de aniversário do Caxias está confirmada para o dia 12 de outubro. Com bandeira a meio mastro, o evento acontecerá no estádio Ernestão, com início às 9 horas. Serão três jogos (livre, master e sub-19), todos com um minuto de silêncio em homenagem ao ídolo Puccini.

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Carta aberta

A torcida do Caxias se manisfestou de forma oficial sobre a péssima administração da atual diretoria e ao mal aproveitamento das últimas gestões que comandaram o clube. Em uma carta aberta, os torcedores se posicionaram e explanaram sua opinião. Vale conferir.

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O sonho acabou

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O Caxias esta rebaixado para terceira divisão do campeonato catarinense.

Sinceramente, tenho minhas dúvidas sobre os próximos dias de um dos clubes que já proporcionaram diversas glórias aos joinvilenses.

O Caxias somente colheu o que plantou. Brincou de fazer futebol e consequentemente brincou com o sentimento do seu apaixonado torcedor que aguentou enquanto teve fé ao seu lado. Ultimamente estava sendo uma lástima ver o que vinha sendo feito com a história do alvinegro joinvilense.

Assim como muitos na cidade, particularmente, torci por uma rivalidade sadia. Dois clubes em boas condições para que as empresas e a política joinvilense pudessem acatar o futebol em Joinville na década do esporte no Brasil.

Porém, agora o caminho é muito escuro. Dificilmente o Caxias deve voltar tão cedo. Espero, que um dia, quando novamente se for falado em esporte profissional pelos lados do Ernestão, as coisas sejam feitas com responsabilidade, pois além de uma história diversos corações se envolvem neste sonho chamado futebol.

(Mesmo assim) O bonde não pára.

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