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Categoria: Análise tática

Remendado

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Sem Rithely, Ronaldo Alves, Diego Souza, Rogério e André, todos vetados pelo DM, o Sport terá cinco desfalques entre os titulares para enfrentar o Joinville. Após o treino desta amanhã, em Recife/PE, a delegação rubro-negra já iniciou a viagem visando o duelo contra o Tricolor.

O Sport desembarcará em Navegantes no final da tarde de hoje e, de ônibus, seguirá para Joinville. Sem tempo, a equipe pernambucana não treinará na cidade para o duelo da Copa do Brasil. Com a ausência dos titulares, o Leão pode oportunizar Henriquez, Ronaldo, Thallyson (ou Neto Moura), Juninho e Leandro Pereira entre os titulares.

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Nesta terça-feira, dia 18, ainda em Recife, Ney Franco comandou um treinamento com portões fechados e não sacramentou a escalação do Sport para o duelo de amanhã. Do mesmo modo, Fabinho Santos, no CT do JEC, também escolheu um treino sem a presença dos jornalistas na última atividade antes do cotejo.

Precisando da vitória, o Joinville deverá ter o mesmo desenho dos últimos jogos, variando o 4-2-3-1 entre o momento ofensivo e defensivo. A única dúvida pode ser o possível ingresso de Lúcio Flávio, oportunizando uma vaga para Breno no flanco direito, substituindo Fabinho Alves.

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Raio-x do Sport

Foto Marlon Costa
Foto Marlon Costa

Na próxima quarta-feira, dia 12, Sport e Joinville se enfrentam pela quarta fase da Copa do Brasil, na Ilha do Retiro. Será um duelo entre equipes distintas, com orçamentos opostos, mas com o mesmo objetivo.

O JEC, saboreando este inédito momento na competição, terá como adversário alguém habituado ao principal mata-mata do Brasil, campeão em 2008 contra o Corinthians. Até hoje, em cinco duelos entre as equipes em Recife, são cinco vitórias dos pernambucanos contra os joinvilenses.

  • Time descansado 

Por ordem da diretoria, o Sport está jogando o Estadual com os suplentes. Os titulares disputam a Copa do Brasil, Copa Sul-Americana e Copa do Nordeste. No ano, o Leão da Ilha contabiliza 24 jogos, com 14 vitórias, seis empates e apenas três derrotas.

Na Copa do Brasil são quatro vitórias em quatro jogos. Após eliminar o CSA, fora de casa, na primeira rodada por 4 a 1, o time pernambucano venceu o Sete de Setembro/MS por 3 a 0 e o Boa Vista, na última fase, com 3 a 0 na ida e 1 a 0 no Rio de Janeiro.

O desenho do time que enfrentará o Joinville é o mesmo que atropelou o Danúbio-URU na última semana pela Copa Sul-Americana. Com um show individual de Diego Souza, o rubro-negro – sem sustos – venceu por 3 a 0.

 

  • A força da Ilha do Retiro

Em casa, o Sport não perde desde 16 de novembro do ano passado, quando foi derrotado pelo Cruzeiro por 1 a 0, com Diego Souza desperdiçando uma penalidade na segunda etapa. Desde então são 13 jogos, com 12 vitórias e três empates.

Diante do seu torcedor, o rubro-negro não sofreu gols em sete dos 12 jogos do ano. Para o duelo desta quarta, 15 mil torcedores são esperados na Ilha.

Consolidado, o Leão está na semifinal da Copa do Nordeste. Após eliminar a Campinense nas penalidades, a equipe enfrentará o Santa Cruz, no próximo dia 26. Já no estadual, a vitória sobre o Central, no final de semana, fora de casa, por 3 a 1, garantiu a segunda colocação. O adversário na semifinal será Náutico ou Santa Cruz com a disputa já no próximo domingo.

Foto: Gustavo Granata

Foto: Gustavo Granata

  • O fator treinador

Após iniciar a temporada com Daniel Paulista, o Sport resolveu mudar o comando técnico e contratou o experiente Ney Franco, que contabiliza três vitórias em cinco jogos pelo Leão.

A chegada do Ney Franco foi de suma importância para as pretensões na temporada. Mesmo com os bons números do Daniel Paulista, as atuações não eram boas, principalmente em clássicos. Com a chegada do Ney o time ganhou em confiança. Os treinos também são mais específicos e mais duros. O time vem jogando melhor. – Felipe Holanda, setorista do Sport no Jornal do Commercio.

O Sport desde a chegada do Ney Franco mudou da água para o vinho. Melhor disciplinado e com uma postura mais firme. Diego Souza com o antigo técnico jogava como meia de armação, agora ele joga na ponta direita. Rogério na ponta esquerda. É um time que vai dar muito trabalho para o Joinville. – Allan Pereira, setorista do Sport pela rádio Transamérica.

Para o duelo desta quarta, o treinador não terá grandes desfalques. Com apenas Neto Moura e Marquinhos na fase de transição, todos os outros titulares estão à disposição para o duelo contra o JEC. Em 2017, foram sete contratações: Raul Prata, Rodrigo, Mena, Paulo Henrique, Leandro Pereira, André e Marquinhos.

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  • Os destaques individuais

O Sport é repleto por diversos destaques individuais, consolidados nas últimas temporadas em Recife. No gol, Magrão é titular desde 2005. Na lateral direita, Samuel Xavier foi um dos melhores da posição na última Série A. No meio campo, Rithely ganhou projeção nacional e se tornou fundamental no rubro-negro.

Principal jogador da equipe, Diego Souza dispensa comentários. Principal finalizador e artilheiro do último Brasileirão, o jogador da Seleção Brasileira acumula 44 gols pelo Sport nos últimos três anos.

Renê, negociado com o Flamengo, foi uma da única baixa para este ano. A novidade é o jovem Fabrício, recém promovido das categorias de base que auxilia muito na marcação e também tem um bom aproveitamento em chutes de longa distância.

  • Provável: Magrão; Samuel Xavier, Ronaldo Alves, Durval e Mena; Rithely, Fabrício e Everton Felipe; Diego Souza, André e Rogério.

Trata-se de um 4-1-4-1 com Rithely (veja o vídeo abaixo) entre as linhas e André como centroavante. É um time que pode alternar para um 4-3-3 no momento defensivo. Entretanto, a força ofensiva se reflete nos números. Na atual temporada, o Sport marcou gols em 22 dos 23 jogos que disputou.

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Os pilares do modelo

Foto: JEC.com.br
Foto: JEC.com.br

Os quatro jogos de invencibilidade do Joinville mostram mais do que a frieza dos números. Neste momento, é preciso enxergar alguns conceitos propostos pelo técnico Fabinho Santos e analisar o quanto – mesmo sem o período ideal para treinamentos – o modelo de jogo é compreendido.

É óbvio que a qualidade dos últimos adversários não pode ser comparada com clubes de primeira prateleira. Entretanto, temos que observar o conceito, aprofundar os detalhes e buscar as soluções. Uma mistura invejável de passes com dribles, técnica com habilidade e realidade com utopia.

  • 4 jogos
  • 3 vitórias
  • 1 empate
  • 0 derrotas
  • 6 gols pró
  • 1 gol contra

Antes de qualquer esquema, é necessário perceber qual o futebol que deseja ser praticado. No JEC, alguns conceitos se tornam explícitos após 15 jogos em 2017. Abaixo, o blog reflete três vertentes sobre a fase do Tricolor.

  • Jogo apoiado

Independente do esquema, desde o 4-2-3-1 habitual, com variações para o 4-1-4-1 ou até mesmo o 3-4-3, Fabinho Santos mostra alternativas diante de baixo poder técnico do Joinville. Com 32 jogadores utilizados nos 15 jogos do ano, o treinador já oportunizou todos os atletas do elenco em busca do encaixe  ideal para determinadas peças.

O primeiro gol contra o Gurupi é o melhor lance do Joinville na atual temporada. Com todos os jogadores pisando no campo adversário, a jogada passa por cinco atletas que se apoiam dando opções de triangulações e confundindo o adversários.

Além disso, é preciso valorizar a igualdade numérica, no momento do tento, dentro da grande área. Alheio belo chute de Breno, outros três jogadores já estavam dentro da área dificultando o trabalho da defesa oponente.

  • Triangulações

Partindo do pressuposto de que nem todo jogador habilidoso possui um grande talento, é preciso oportunizar o apoio ofensivo do JEC. Abrindo mão da posse de bola estéril, o Tricolor tenta permanecer com a bola no campo adversário, oferecendo triangulações e possibilidades ao ataque.

O conceito de atacar não se implica necessariamente em ter a bola, mas, sim, em estar no campo inimigo. O gol contra o Metropolitano, no início da temporada, também reflete as pequenas triangulações e opções criadas pelos flancos.

  • Pós-perda

Uma das principais virtudes e cobranças feitas pelo técnico Fabinho Santos é o “perde-pressiona”, em que o jogador após perder a bola já luta imediatamente para recuperar a posse e restabelecer o controle do jogo. O segundo gol anotado por Breno, contra o Almirante Barroso, reflete inteiramente o fundamento.

Muito da pós-perda do Joinville também é resultante da compactação da equipe nos últimos jogos. Reduzindo o campo em menos de 30 metros, o Tricolor sempre busca a superioridade numérica nos setores, facilitando a recuperação da bola e as transições com velocidade.

Ou seja, além do esquema, é importante o encaixe da marcação. Valorizar a distância entre o atleta mais adiantado e o mais recuado, reduzindo sempre o espaço entre os três setores do jogo.

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O que esperar de Marcos Buiú?

Foto: Beto Lima/ JEC.com.br
Foto: Beto Lima/ JEC.com.br

Apresentado nesta sexta-feira, dia 10, o lateral Marcos Buiú mostrou confiança ao vestir a camisa do Joinville. Aos 20 anos, o atleta revelado no Ceará assinou um contrato de três meses com a equipe Tricolor.

Ofensivo, o lateral possuí uma característica muito parecida com Caíque, titular na equipe de Fabinho Santos. Com apenas 17 jogos como profissional, Buiú mostrou as credenciais de como poderá render no JEC.

Ativo pelo lado direito, o jogador possui uma boa profundidade, mas baixo índice de acerto nos cruzamentos, apenas 35%. Com velocidade, o ala também possui boa média de passes certos, 80%.

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Na Série B do ano passado, Buiú disputou apenas três partidas, exatos 84 minutos, entrando no decorrer das partidas contra Vila Nova, Bragantino e Goiás. Ao todo, o atleta disputou apenas oito jogos em 2016.

É um jogador que veio das categorias de base. A diretoria apostava muito nele, mas nunca empolgou. No último ano, a diretoria tentou renovar e ele não quis. Vejo o Buiú como um lateral promissor, mas que precisa se livrar das más influências. – Danilo Queiroz, Rádio BandNews Fortaleza

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Pranchetão

Foto: JEC.com.br
Foto: JEC.com.br

Após nove jogos e o término do turno do Campeonato Catarinense, o Joinville contabiliza alguns números negativos na temporada 2017.  Abaixo, o blog explana a campanha do Tricolor em três vertentes.

Analisando a questão individual, alguns jogadores conseguiram números positivos. Alex Ruan e Max, por exemplo, participaram de todos os jogos como titulares. Ao todo, 12 jogadores foram contratados e 13 jogadores oriundos da base jogaram. Fernandinho foi o único remanescente do último ano.

  • Atletas que jogaram os nove jogos: Max e Alex Ruan.
  • Único atleta que disputou integralmente todos os jogos: Max.
  • 26 jogadores utilizados em 9 jogos.
  • 13 jogadores formados na base utilizados nos nove jogos.
  • Atletas da base mais utilizados: Jhonatan e Roberto, oito jogos.
  • Contratados mais utilizados: Max e Alex Ruan, nove jogos.
  • Contratados menos utilizados: Lucas Mota e Diego Viana, 1 jogo.
  • Reserva mais utilizado: Juninho, cinco jogos.
  • Artilheiro: Aldair, dois gols
  • Líder em assistências: Alex Ruan, duas vezes.

No estadual, o JEC contabilizou números negativos, muito pela inércia do ataque com primeiro turno. Com apenas quatro gols, o Tricolor, além do pior ataque, foi único time que não alcançou os dois dígitos após nove jogos.

  • Pior ataque do primeiro turno: 4 gols;
  • Terceira melhor defesa, atrás de Avaí e Chapecoense: 10 gols.
  • Time que menos venceu, ao lado do Barroso, com apenas um triunfo;
  • Time que mais empatou, ao lado do Figueirense: 4 vezes.
  • Time que menos tomou cartão amarelo: 11 advertências

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Em estatísticas internas, o JEC também precisa evoluir. Tecnicamente, o Tricolor só marcou gols em três dos nove jogos do Estadual. Ou seja, são necessários três jogos para o clube marcar apenas uma vez.

  • Saiu na frente apenas em um dos nove jogos;
  • Saiu atrás em cinco dos nove jogos;
  • Empatou três jogos em 0 a 0.
  • Fez gols em apenas três dos nove jogos do turno;
  • Não sofreu gols em quatro dos nove jogos do turno.
  • Foi para o Intervalo ganhando uma única vez;
  • Foi para o Intervalo empatando quatro jogos;
  • Foi para o Intervalo perdendo quatro jogos.
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Quem é Bruno Rodrigues?

Foto: Divulgação/ CAP
Foto: Divulgação/ CAP

O Joinville contratou o atacante Bruno Rodrigues, de 19 anos, revelado pelo Atlético-PR. Com apenas três jogos como atleta profissional e nenhum gol, o velocista possui vínculo com o Furacão até 2020 e está sendo emprestado ao Tricolor pelos próximos três meses.

Fiquei muito contente com o acerto, estou indo muito focado para fazer um bom trabalho e tentar agradar a torcida. Estou fechado com o JEC. – Bruno

Com boa movimentação, Bruno Rodrigues iniciou a carreira como volante e logo depois conquistou o seu espaço jogando mais avançado. Seja na central ou como extrema, o jogador possui boa desenvoltura para as jogadas ofensivas.

 

 

  • Promessa na base

Em 2015, Bruno foi vice artilheiro da Copa do Brasil Sub-20. Com cinco gols marcados, o atacante perdeu apenas para os David Neres e Joanderson, ambos do São Paulo, que marcaram seis vezes.

O título da competição ficou com o próprio São Paulo que eliminou o JEC na semifinal e venceu o Atlético-PR na decisão.

  • Expectativa no profissional

Inutilizado no furacão em 2016, o velocista esteve próximo de ser emprestado ao América-RN, mas a negociação não evoluiu. Neste ano, com o time principal se preparando para a Copa Libertadores, Bruno recebeu oportunidades, mas ainda não completou 90 minutos em uma única partida.

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  • Como buscar espaço?

Destro, Bruno Rodrigues também pode ser uma alternativa central, além de fazer a função invertida muito solicitada pelo técnico Fabinho Santos. Pelos flancos, o jogador brigará por posição com Juninho, Gustavo Xuxa, Fabinho Alves, Alex Ruan, Diego Viana e Breno.

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Raio-x do Pantera

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Campeão Brasileiro da Série D em 2009, o São Raimundo está disposto a fazer história no duelo contra o Joinville, nesta quarta-feira, dia 1º, na Arena. Em alta na temporada, a equipe está crescendo nas mãos do técnico Lecheva.

  • Invicto

O São Raimundo ainda não perdeu na temporada 2017. Nos sete jogos realizados, são três vitórias e quatro empates. O curioso é que o clube paraense ainda não sofreu gols jogando fora de casa. São duas vitórias e um empate longe do Colosso dos Tapajós.

  • Melhor defesa

Ao lado do Paysandu, o Pantera sofreu apenas três gols no Campeonato Estadual. Dos seis jogos disputados, a equipe foi vazada apenas duas vezes, nos empates contra o Independente e Remo.

  • 2016 mediano

Na última temporada, o São Raimundo caiu na segunda fase da Série D, após perder os dois jogos eliminatórios para o Juazeirense. No Estadual, o alvinegro – mesmo após um início irregular – terminou na terceira colocação.

  • O elenco

Com média de 25 anos, o Pantera contratou 10 jogadores para 2017: Os zagueiros Wanderlan e Rubran, o lateral Leandrinho, os volantes Amaral e Denis Pedra, os meias Wendel, Angelo, Chaveirinho e Guilherme e o atacante Jair.

  • Nunca jogaram

Joinville e São Raimundo-PA nunca se enfrentaram até hoje. O cotejo desta quarta-feira será o primeiro encontro das equipes em partidas oficiais.

  • O comandante

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Lecheva, ídolo do Paysandu nos anos 2000, reassumiu o São Raimundo no início desta temporada. Esta é a segunda passagem do técnico pelo Pantera. Em 2015, o treinador já havia conquistado o acesso, garantindo o retorno à primeira divisão paraense.

Se for necessário, vamos fazer mudanças, mas a nossa ideia é não mudar a forma de jogar contra o Joinville. O São Raimundo tá defendendo todo o estado do Pará. Eu espero que a gente consiga reeditar um bom jogo como foi contra o Fortaleza e conquistar esta inédita classificação à terceira fase. – Lecheva

  • Duelo contra o Fortaleza

O Fortaleza, comandado pelo técnico Hemerson Maria, conseguiu sair na frente no duelo contra o Pantera. Entretanto, empurrado pela torcida, o time da casa conseguiu a vitória e garantiu a classificação na Copa do Brasil.

O Joinville tem que ter cuidado. É um time rápido, um time arisco. No jogo do Colosso dos Tapajós, a torcida apoiou demais. Empurrado pelos torcedores, o time conseguiu a força para a virada. – Anderson Azevedo, repórter da Band News Fortaleza

  • Dúvidas

Mesmo time deve ser o mesmo que entrou jogando contra o Águia de Marabá. As dúvidas são o lateral Leandrinho, com degaste muscular, e o atacante Bilau, fundamental no duelo contra o Fortaleza

Os destaques são o goleiro Roger Kath, seguro embaixo da meta, mas com dificuldade na saída de bola. No meio, Dênis Pedra é um volante destruidor: Tem pouca qualidade no passe, mas possui eficiência no desarme.

O meia Chaveirinho é o diferencial. Com boa articulação, ele é o principal responsável pelas jogadas de ataque do Pantera.

  • Provável : Roger Kath, Leandrinho (Anderson), Rubran, Wanderlan e Tubarão; Dênis Pedra, Rodrigo Vitor, Alexandre e Chaveirinho; Tiago e Eric Foca (Bilau).

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Arrumando a casa

Foto: JEC.com.br
Foto: JEC.com.br

Após duas derrotas consecutivas, o técnico Fabinho Santos deve alterar todos os setores do Joinville para o duelo contra a Chapecoense, neste sábado, dia 25, na Arena.

Na defesa, Danrlei e Gustavo serão os laterais. No miolo, Henrique Mattos retorna ao centro e terá Max como companheiro. Na segunda linha, Aldair jogará centralizado com Alex Ruan e Fabinho Alves nas extremas. Na frente, Marlyson entra na vaga de Ciro.

  • Provável JEC: Jhonatan; Danrlei, Henrique Mattos, Max e Gustavo; Roberto e Renan Teixeira; Fabinho Alves, Aldair e Alex Ruan; Marlyson.

Ao todo, dos 11 possíveis titulares, sete são formados na base do JEC. Em relação ao duelo contra o Internacional, serão cinco mudanças nos iniciantes.

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  • Análise

Na linha defensiva com quatro zagueiros de origem, Fabinho pretende segurar o ímpeto ofensivo da Chapecoense com Niltinho e Rossi. Deste modo, a recomposição de Alex Ruan e Fabinho Alves pode ser gradual.

Com todos os defensores com mais de 1.80m o JEC crescerá no jogo aéreo,uma das principais virtudes da equipe adversária. No ataque, Aldair terá espaço de explorar as jogadas pelo centro e possui liberdade para municiar o jovem Marlyson.

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Análise do volante Renan Teixeira

Foto: Beto Lima/ JEC.com.br
Foto: Beto Lima/ JEC.com.br

Após a saída do volante Naldo, o Joinville foi ao mercado na busca de jogo jogador para o setor. Um primeiro homem do meio campo que possibilita ao técnico Fabinho Santos a variação na formação da equipe. O nome escolhido foi Renan Teixeira, de 31 anos, que estava no Tupi-MG.

Com físico forte, Renan é destro e mede 1.81 cm. Assim como Naldo, o defensor possui baixa característica em chutes de longa distância e também não é eficiente no jogo aéreo ofensivo. Consequentemente, ainda não alcançou os 30 gols na carreira profissional.

A campanha do Tupi foi um desastre, mas o Renan era o líder do elenco, sem dúvidas o principal jogador. Fisicamente sempre esteve muito bem e individualmente fez um bom campeonato. Foi um dos poucos que se salvou. – Felipe Frederico, Rádio Globo / Juiz de Fora (MG)

Renan foi capitão do Tupi durante grande parte da Série B. O volante perdeu o posto após cobrar mais profissionalismo da diretoria do clube e da presidente Myrian Fortuna. Em 2016, participou de 41 jogos – todos como titular e marcou três gols.

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Posicionamento de Renan contra o Joinville: Primeiro volante

Estranha o fato do jogador ser o líder em cartões amarelos da equipe, algo inédito na carreira do marcador. Foram oito advertências em 21 jogos. Uma média de 0,38 por jogo.

O volante possui uma característica específica que agrada a comissão técnica do Joinville: viradas de jogo. No Brasileiro foram 19 corretas e cinco equivocadas, tornando o atleta o líder do fundamento na equipe mineira e o 14º melhor do campeonato.

Comparado com Naldo, Renan perde no número de desarmes. Enquanto o ex-Tricolor acumulou 79 durante a Série B, o novo contratado teve somente 46, média de dois por partida.

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Antes de chegar à equipe mineira, Renan foi dispensado da Portuguesa após ser visto nas arquibancadas do estádio do Morumbi, torcendo para o São Paulo contra o Trujillanos-BOL, pela Libertadores da América.

Pelo Tricolor paulista, Renan conquistou os principais título da sua carreira: A Copa Libertadores e o Mundial de Clubes em 2005. Desde então, o jogador acumula diversos vice-campeonatos  como o Mineiro, Paranense e Pernambucano.

Além de São Paulo,  Renan defendeu Atlético-MG, Juventude, Atlético-PR e Sport, onde passou por uma cirurgia no ligamento cruzado do joelho esquerdo, em 2012.

  • TÁTICO

Renan jogou a carreira inteira como primeiro homem do meio campo, sendo o volante marcador, algo em extinção no futebol moderno. No entanto, é uma característica que faltava no elenco do Joinville. Atualmente, o clube possui somente jogadores com boa saída para o jogo, mas sem a marcação forte.

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Com Renan, Fabinho Santos pode abrir mão do balanço entre os volantes e povoar o meio campo. Desta forma, Lúcio Flávio jogaria alinhado com Kadu, aproveitando os chutes de média distância e municiando os pontas.

Se o treinador preferir manter o esquema original, Renan jogará ao lado de Kadu, possibilitando a saída pelo lado direito. Deste modo, o jogador brigará pela posição com Luiz Meneses e Roberto.

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As variações e uma alternativa

Foto: Beto Lima/ JEC.com.br
Foto: Beto Lima/ JEC.com.br

Após duas semanas de trabalho, o técnico Fabinho Santos escancarou a preferência sobre o modelo de jogo do Joinville. O sistema 4-2-3-1, testado na pré-temporada, foi utilizado pelas duas equipes no duelo contra o Parana, no último sábado.

Obviamente, por se tratar do início do ano, a falta de entrosamento reflete o desempenho da equipe em campo. Entretanto, o exagero no número de passes errados pode sinalizar uma nova leitura para toda a comissão técnica. Abaixo, o blog disseca duas variações e sugere uma alternativa.

  • O padrão

O 4-2-3-1 foi o escolhido por Fabinho Santos. Com uma linha alta no sistema defensivo, o treinador libera os dois volantes para fazerem o balanço, extinguindo a função de primeiro ou segundo marcador. Na frente, Fabinho Alves e Juninho alternam os lados. Lúcio Flávio, pelo meio, é liberado da marcação e aparece como elemento surpresa no ataque.

  • Atacando

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Quando o JEC ataca, Fabinho posiciona a equipe no 4-2-4  marcando inclusive a saída na reposição do adversário. É uma pressão que poderá exigir um lançamento mais longo do oponente, sem a tranquilidade para passes curtos. Esta formação, entretanto, ainda deixa uma lacuna entre os volantes e a última linha. Neste posicionamento, contra o Paraná, o JEC precisou forçar muitos passes e errou em demasia.

  • Defendendo

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Quando a bola está com o adversário, os pontas recuam para auxiliar a marcação. Lúcio Flávio, adiantado, dá o primeiro combate ao lado de Ciro. O JEC, neste posicionamento, ignora o último terço ofensivo e reduz o campo de jogo. São duas linhas de quatro, dificultando a infiltração do adversário.

  • A altenativa

JEC 04Fabinho tem uma alternativa para povoar o meio campo Tricolor. Se o treinador abandonar o balanço dos volantes, poderá recurar Luis Menezes – ou o novo volante que será contratado – para a função de primeiro homem do meio campo. Na segunda linha, Lúcio Flávio e Kadu, centralizados, marcam e saem pro jogo. Nos flancos, o JEC permanece com variáveis.

  • Lúcio Flávio aguenta?

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Jogando como segundo volante no Coritiba, em 2015, Lúcio Flávio disputou 25 partidas da Série A. Ao todo, o meia acertou 750 passes. Na média, ele seria o líder do fundamento – com sobras – no Joinville que disputou a Série B, em 2016. Recuado, Lúcio garante a qualidade na saída do passe e também avança quando recebe cobertura. Jogando contra o JEC, por exemplo, o volante foi o responsável pela transição no lado direito.

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