Mandou a letra

Foto: Fronzi Press
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Ídolo do Joinville e peça fundamental no octacampeonato de 1985, João Carlos Maringá terá sempre o dna do Tricolor. Mesmo do outro lado do balcão – agora defendendo as cores da Chapecoense -, o dirigente reconhece a sua representatividade e não esconde o carinho pelo JEC.

Ontem, em entrevista à 89 FM, Maringá novamente fez um papel de um grande ídolo e não deixou de se posicionar sobre o momento delicado do clube tricolor.

Jogar pedra agora é a coisa mais fácil que tem. Se veem dificuldade na administração do Jony (Stassun), colem no Jony. Venham! Se unam em prol do JEC, sem vaidades. O JEC é um só, o que vale é o JEC. Se unam em torno do Joinville.

Ciente da pressão financeira e da ausência de bons resultados, Maringá também criticou a política de contratações do ano passado após a sua saída, no final do Estadual.

Quando eu sai eu disse que o time precisava de dois ou três jogadores para fazer uma boa Série B. Depois que eu saí contrataram 22 jogadores. Aí não tem condições! Você não pode sair do que está combinado.

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23 na lista

Foto: Beto Lima/ JEC.com.br
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O técnico Fabinho Santos relacionou 23 jogadores do Joinville para a partida contra a Chapecoense neste sábado, dia 25, na Arena. São apenas três novidades em relação ao último jogo: a entrada Bruno Feliciano, Matheus Silva e Igor Candiota na lista.

  • Goleiros: Jhonatan e Matheus;
  • Laterais: Alex Ruan, Gustavo e Lucas Mota;
  • Zagueiros: Danrlei, Igor Candiota, Henrique Mattos e Max;
  • Volantes: Roberto, Júnior Sutil e Renan Teixeira;
  • Meias: Breno, Diego Viana, Juninho, Matheus Silva e Lúcio Flávio;
  • Atacantes: Aldair, Gustavo Xuxa, Marlyson, Ciro, Bruno Feliciano e Fabinho Alves.
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Renovado

O Joinville estendeu o contrato do lateral Gustavo até 2020.

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Arrumando a casa

Foto: JEC.com.br
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Após duas derrotas consecutivas, o técnico Fabinho Santos deve alterar todos os setores do Joinville para o duelo contra a Chapecoense, neste sábado, dia 25, na Arena.

Na defesa, Danrlei e Gustavo serão os laterais. No miolo, Henrique Mattos retorna ao centro e terá Max como companheiro. Na segunda linha, Aldair jogará centralizado com Alex Ruan e Fabinho Alves nas extremas. Na frente, Marlyson entra na vaga de Ciro.

  • Provável JEC: Jhonatan; Danrlei, Henrique Mattos, Max e Gustavo; Roberto e Renan Teixeira; Fabinho Alves, Aldair e Alex Ruan; Marlyson.

Ao todo, dos 11 possíveis titulares, sete são formados na base do JEC. Em relação ao duelo contra o Internacional, serão cinco mudanças nos iniciantes.

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  • Análise

Na linha defensiva com quatro zagueiros de origem, Fabinho pretende segurar o ímpeto ofensivo da Chapecoense com Niltinho e Rossi. Deste modo, a recomposição de Alex Ruan e Fabinho Alves pode ser gradual.

Com todos os defensores com mais de 1.80m o JEC crescerá no jogo aéreo,uma das principais virtudes da equipe adversária. No ataque, Aldair terá espaço de explorar as jogadas pelo centro e possui liberdade para municiar o jovem Marlyson.

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No vermelho

Foto: JEC.com.br
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O Joinville teve R$540 mil de prejuízo no mês de janeiro. A informação está publicada no balanço do clube, divulgado dentro do Portal de Transparência.

No período de 30 dias, o clube arrecadou R$759 mil, sendo 47% oriundos receitas com mensalidades de sócios. Atualmente, o JEC conta com cerca de quatro mil associados adimplentes que contribuíram com R$362 mil no último mês.

No vermelho, o clube totalizou uma dívida 48% maior que o valor arrecadado no acumulado, totalizando pouco mais de R$1.2 milhão em despesas.

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Parabéns aos envolvidos

No duelo contra a Chapecoense, o Joinville alcançará a 11ª partida nos últimos 31 dias, totalizando quatro jogos na Arena e sete partidas fora de casa.

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Fechado com o professor

Foto: JEC.com.br
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Renan Teixeira saiu em defesa do técnico Fabinho Santos.

Após muitas críticas pela campanha com apenas duas vitórias em 2017, o defensor concedeu entrevista coletiva nessa quinta-feira, dia 23, tecendo diversos elogios ao comandante e reiterando a confiança na sequência do trabalho.

A pessoa certa pra estar na frente deste comando é o Fabinho. Neste momento colocar tudo na conta dele é errado. Ele é um dos três melhores técnicos que eu tive na carreira. Como pessoa, posso afirmar que é a melhor. Nós temos o comandante certo pro momento certo do clube.

Experiente, Renan ainda não consegue mensurar o tamanho do prejuízo caso Fabinho Santos seja demitido. Na opinião do volante, o treinador é o único capaz de conduzir a reformulação forçada do clube na temporada.

Eu, sinceramente, não sei descrever o tamanho do dano caso o Fabinho seja desligado. Ele conhece a dedo cada um destes meninos. Para uma reformulação, utilizando tantos jogadores da base, ninguém conhece mais os atletas do que o Fabinho. Ele é o cara para estar à frente. Ele tem que ser valorizado assim como o Jair Ventura, o Zé Ricardo…

Assista a coletiva clicando aqui.

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Cadê o suco?

Foto: JEC,com.br
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* Por Jean Helfenberger

Como explicar a atuação de ontem?

Acho que as redes sociais refletem a insatisfação da cidade com o seu clube do coração.

Explicar a zona do rebaixamento é difícil em qualquer momento. Pra quem vem de dois rebaixamentos consecutivos, é quase que inexplicável.

Lá se foram 10 rodadas.

Sete jogos fora de casa e três na Arena. Uma viagem em cima da outra.

Neste período, cinco titulares ficaram pelo caminho. Danrlei (antes mesmo da estréia) Caique (o melhor jogador da equipe até sua contusão) Kadu, Batata e Fernandinho.

O elenco do JEC é limitado, isso é um fato consumado. Com isso, as improvisações são inevitáveis.

Mas, pensem como um técnico. Como realizar improvisações sem a mínima possibilidade de treinamento?

No intervalo desses 10 jogos nenhum coletivo foi realizado. Não dá tempo, é impossível.

Porém…

Não precisamos de treinos ou jogos para avaliar a escalação do meia Lúcio Flavio.

Quando se contrata um jogador com eset currículo, é óbvio que se espera algo diferente. Infelizmente, isso ainda não aconteceu. Aliás, não é apenas ele. Ciro e Renan Teixeira também são jogadores que estão decepcionando.

A melhor opção de ataque é o Aldair. E, por favor, não se pode improvisar o único sopro de qualidade existente.

No ataque, Alex Ruan tem que jogar pelo lado esquerdo.

Até porque, defensivamente o Alex tem sérios problemas. Ontem, levou bola nas costa de chutão do goleiro. Piada. O pênalti cometido também merece destaque pela infantilidade.

A contusão do Caique matou o futebol apoiado – a antiga triangulação – pela direita com o Fabinho Alves.

A contusão do Fernandinho também descaracterizou a força pelo lado esquerdo com o Alex Ruan.

Lembramos que até o jogo do Tubarão, o JEC só tinha sido inferior ao seu adversário na vitória contra o Metropolitano.

Numa suposta troca de comissão técnica, alguém assumiria sem pedir ao menos cinco ou seis reforços? Eu duvido.

E assim caminhamos.

Com a torcida ao lado será difícil.

Sem ela, impossível.

O JEC é uma lanchonete tentando oferecer um bom suco de laranja. No espremedor estão algumas laranjas verdes e algumas já passadas.

A torcida tem sede, não pode mais esperar.

– Jean Helfenberger é jornalista, formado em Joinville. Especialista em futebol de base, desempenha a função de comentarista na 89 FM.

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Não tá fácil

Foto: JEC.com.br
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* Com Anderson Miranda

Com apenas seis pontos conquistados em sete jogos do Campeonato Catarinense, o Joinville igualou o péssimo desempenho de 2012, quando somou apenas 28% dos pontos disputados.

Na ocasião, o JEC era comandado pelo técnico Argel Fucks, após a demissão de Luiz Gonzaga Milioli na sexta rodada. Porém, com uma boa arrancada, o Tricolor conseguiu chegar às semifinais da competição, sendo foi eliminado, fora de casa, pelo Figueirense.

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